Defesa em execuções
Análise do processo, título executado, valores cobrados, garantias constituídas e medidas adotadas pelo credor, com definição das medidas defensivas juridicamente cabíveis.
Huber Sargaço Advocacia|Direito do Agronegócio
Uma cobrança bancária pode colocar em risco patrimônio, produção e anos de trabalho. Antes de aceitar uma nova renegociação ou simplesmente pagar o que está sendo cobrado, entenda quais são as alternativas jurídicas para o seu caso.
Atuamos na defesa de produtores rurais em execuções, cobranças bancárias e endividamento rural, com análise dos contratos, garantias, valores cobrados e riscos patrimoniais.
Atendimento sigiloso e análise individual de cada caso.
Identificação
O endividamento do produtor rural raramente começa com uma execução.
Muitas vezes, ele é resultado de uma sequência de acontecimentos: custos de produção elevados, quebra ou redução de safra, oscilações de mercado, financiamentos, juros, renegociações e vencimentos que deixaram de acompanhar o fluxo da atividade.
Até que chega a cobrança.
Talvez você esteja enfrentando uma destas situações
Se você se identifica com alguma dessas situações, é importante compreender juridicamente o problema antes de assumir novas obrigações.
Mudança de perspectiva
Uma execução é um procedimento judicial e deve respeitar requisitos legais, contratuais e processuais.
Da mesma forma, uma dívida rural precisa ser analisada considerando sua origem, os contratos celebrados, as garantias constituídas, a evolução do débito e as particularidades da atividade produtiva.
Antes de decidir por uma nova renegociação, entregar um bem ou aceitar integralmente as condições apresentadas pelo credor, algumas perguntas precisam ser respondidas:
Cada produtor possui uma realidade diferente. Por isso, cada endividamento exige uma estratégia própria.
Áreas de atuação
Análise do processo, título executado, valores cobrados, garantias constituídas e medidas adotadas pelo credor, com definição das medidas defensivas juridicamente cabíveis.
Exame dos contratos, cédulas, renegociações, encargos e evolução do débito para compreender a composição da cobrança.
Análise da origem e natureza das operações de crédito e das normas eventualmente aplicáveis à situação do produtor.
Avaliação das alternativas jurídicas e negociais para reorganização do passivo, inclusive diante de situações que tenham comprometido a capacidade de pagamento da atividade rural.
Atuação diante de penhoras, bloqueios, avaliações, garantias e atos de expropriação quando existirem fundamentos jurídicos para questioná-los.
Nos casos de endividamento estrutural, análise da viabilidade jurídica de uma reorganização mais ampla do passivo, quando preenchidos os requisitos legais.
Prazo em curso
O tempo passa a ser um fator importante.
Quando uma instituição financeira, cooperativa ou outro credor ajuíza uma execução, existem prazos processuais e podem ser adotadas medidas destinadas à satisfação do crédito.
Por isso, receber uma citação e simplesmente aguardar pode reduzir o tempo disponível para avaliação da estratégia.
Também não significa que a primeira solução deva ser assinar imediatamente uma nova renegociação.
A primeira providência deve ser entender a execução.
Nossa análise começa por cinco questões
Se possível, tenha em mãos a citação, contrato ou cédula e documentos relacionados à dívida.
Nosso posicionamento
Uma dívida rural não existe isoladamente.
Por trás dela existem produção, fluxo de caixa, contratos, garantias, maquinário, propriedades, safras futuras e, muitas vezes, o patrimônio construído por uma família durante gerações.
Por isso, uma estratégia jurídica precisa compreender o cenário como um todo.
Nosso trabalho começa pela compreensão dessa estrutura.
A questão não é apenas saber quanto existe de dívida. É compreender o que está em risco e quais alternativas jurídicas existem para enfrentar o problema.
Método de atuação
Compreendemos a atividade desenvolvida, origem do endividamento, credores envolvidos e situação patrimonial e produtiva.
Examinamos contratos, cédulas, renegociações, garantias, demonstrativos do débito e processos judiciais existentes.
Identificamos vencimentos, execuções, garantias, penhoras e outros fatores que possam afetar patrimônio ou atividade produtiva.
Avaliamos as medidas judiciais, extrajudiciais e negociais juridicamente adequadas ao caso.
Definida a estratégia, conduzimos as medidas necessárias e acompanhamos seus reflexos sobre o passivo e os processos existentes.
Público
Nossa atuação é direcionada especialmente a:
com financiamentos, renegociações ou dívidas vencidas.
enfrentando execuções, cobranças bancárias ou comprometimento financeiro da atividade.
afetados por quebra de safra, redução de produtividade, oscilações de mercado ou descasamento do fluxo financeiro.
cujo patrimônio familiar está diretamente relacionado à atividade produtiva.
que enfrentam endividamento, execuções ou conflitos relacionados a operações de crédito.
Jornada do endividamento
Quanto mais o problema avança, mais complexa pode se tornar a situação.
Por isso, a análise jurídica não precisa começar somente depois da penhora.
Se você já enfrenta atrasos, cobranças, notificações ou uma execução judicial, compreender sua situação jurídica permite tomar decisões com maior informação.
Huber Sargaço Advocacia
Huber Sargaço
OAB/SP nº 517.729 · São João da Boa Vista/SP
O Huber Sargaço Advocacia atua em questões jurídicas relacionadas ao agronegócio, patrimônio, crédito, contratos, imóveis e atividade empresarial.
Na defesa do produtor rural endividado, partimos de uma premissa:
uma dívida rural não pode ser analisada isoladamente da atividade que a originou.
Por isso, buscamos compreender os contratos, garantias, patrimônio, atividade produtiva e processos existentes antes da definição da estratégia jurídica.
Perguntas frequentes
É importante analisar rapidamente o processo e os documentos que fundamentam a cobrança. A execução possui prazos próprios, e as medidas possíveis dependerão do título, das garantias, dos valores cobrados e dos atos processuais já praticados.
Depende das características do imóvel, sua utilização, dimensão, titularidade, garantias constituídas e circunstâncias da dívida. Existem hipóteses legais de proteção patrimonial, mas elas não devem ser tratadas como automáticas.
A renegociação não elimina, por si só, a necessidade de analisar juridicamente os instrumentos celebrados e a evolução da dívida. É preciso examinar toda a cadeia contratual e o caso concreto.
Dependendo da natureza da operação e do preenchimento dos requisitos aplicáveis, pode existir fundamento para requerer prorrogação. A documentação sobre a atividade e as causas da dificuldade financeira será relevante para essa análise.
A existência de garantia pode aumentar a exposição do bem. Entretanto, é necessário examinar sua modalidade, o contrato e eventual processo existente para determinar a situação jurídica concreta.
Sim, desde que preenchidos os requisitos legais. Entretanto, recuperação judicial é uma medida complexa e deve ser precedida de análise jurídica, econômica e documental. Não é solução automática para todo endividamento rural.
Depende do caso. Negociação e defesa judicial não devem ser tratadas como escolhas abstratas. É necessário considerar estágio da cobrança, contratos, garantias, patrimônio, capacidade financeira e medidas processuais já existentes.
Sua dúvida não está aqui? Cada operação tem particularidades — vale analisar o caso concreto.
Perguntar ao escritórioAnálise do caso
Existe patrimônio, produção, história e trabalho por trás de cada operação.
Se uma dívida bancária, cobrança ou execução começou a comprometer sua atividade, procure compreender sua situação jurídica antes de assumir novas obrigações ou tomar decisões patrimoniais relevantes.
Huber Sargaço Advocacia
Direito do Agronegócio
Atendimento mediante análise individual do caso concreto. As informações desta página possuem caráter informativo e não representam promessa ou garantia de resultado.